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Entre no timeEsqueça o BOPE, esqueça Guantánamo! Nossos estagiários são treinados para sobreviver às mais difíceis e extremas condições da selva artística e corporativa! Se você gosta de fotografia e está procurando uma oportunidade para ação radical, excesso de informação e sofrimento controlado, este é o seu lugar. Não se esqueça que você será levado ao limite. Nem todos sobrevivem, mas aqueles que conseguem se transformam em autênticos samurais. Leia abaixo as declarações de alguns sobreviventes. Ou clique para conhecer as vagas disponíveis.
Marina Piedade, fotógrafa:Com certeza aprendi muito trabalhando lá; não apenas sobre fotografia, como também soldar e usar serra elétrica, furadeira etc. Quando cheguei em Londres sabia consertar tudo o que estava quebrado em meu apê...
Rogério Cavalcanti, fotógrafo:Lembro-me de dezenas de episódios, dá quase para escrever um livro. Por exemplo, no dia em que fomos fazer uma campanha de cerveja e eu fui o encarregado de tirar a cerveja do copo a cada clique. É claro que eu chupava a cerveja pelo canudinho e cuspia, mas os vapores me deixaram completamente inebriado. E ninguém ali (incluindo a mim mesmo) conseguia entender por que eu estava falando coisas incompreensíveis e andando de lado...
Letícia Blanco, post-producer de vídeo:Trabalhar lá me desenvolveu a habilidade de detectar um pixel fora do lugar, assim como de construir edificações ultra-resistentes usando apenas fita crepe e cola quente. Se você tiver iniciativa e interesse existe um mundo de aprendizado e conhecimentos para serem absorvidos, um dos poucos lugares onde te deixam realmente pôr a "mão na massa". O tempo que passei lá foi uma enriquecedora experiência de vida e um divertido estudo da natureza humana.
Ricardo Aguiar, publicitário e artista plástico:Sempre fui um daqueles caras que via tecnologia nova e pensava: Não vai dar certo, não vai dar certo. E foi com o França que eu tive o primeiro contato com duas coisas que mudaram a vida de todo mundo: Foto digital e internet. Confesso que na época ele precisou de muito esforço pra me convencer que foto digital ia prá frente. Mas com a internet foi diferente. Eu era meio teimoso, mas teimosia tem limite. Apesar de não ter me tornado fotógrafa, os meses que passei no Studio, por volta de 92, me ensinaram 2 pontos importantes: O primeiro deles é que consegui entender melhor o universo dos artistas e suas obsessões. Isto foi de grande valia na minha profissão. O segundo é que, ao fazer minha viagem pelo mundo, acabei tirando ótimas fotos...
Helinho, guru yogue e fotógrafo:Mais do que experiência e conhecimento, aprendi a ver as cores do mundo sob outra perspectiva.
Bia Vogt fotógrafa:Descobri, em um certo momento, que levava um monte de bronca de alguém que, longe de fazer isto para me prejudicar, queria me ver evoluindo, tanto técnica quanto artisticamente. E isto me deixou muito mais confortável e com vontade de acertar. No final as broncas acabaram se transformando em elogios... |
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